Cristiano

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Engenharia Mecânica: Como Começou?

3 Janeiro 2011, 12:00 am

A invenção da roda certamente foi o primeiro passo em direção à constituição da Engenharia Mecânica. Da mesma forma, deram sua contribuição os cientistas que a partir do Renascimento aceleraram as descobertas das leis da natureza. Galileu Gallilei (1564-1642) explicou vários fenômenos, como a queda dos corpos, o movimento dos projéteis, a oscilação do pêndulo e alguns princípios sobre resistência dos materiais e sobre o equilíbrio dos líquidos.

René Descartes (1596-1650) teorizou sobre a relatividade do movimento. Blaise Pascal (1623-1662) revolucionou as teorias sobre o vácuo, demonstrando as leis da pressão atmosférica. Christian Huygens (1629-1695) aperfeiçoou a teoria sobre a relatividade do movimento.

Isaac Newton (l642-1727) conceituou várias leis da mecânica, elucidando a inércia, a ação das forças e a gravitação do universo. Jean Le Rond D'Alambert (1717-1783) estudou a mecânica dos fluidos. Charles Coulomb (1736-1806) lapidou os conceitos sobre a resistência dos materiais.

À parte dessas contribuições teóricas, a Engenharia Mecânica derivou, de fato, da Engenharia Civil - a primeira de todas as engenharias. Os conhecimentos e a prática de ambas estiveram estreitamente ligados, desde o início.

 

Tanto que o primeiro profissional a se autodefinir como engenheiro civil - o inglês John Smeaton (1724-1792) - concentrara seus estudos em mecânica e astronomia. Nessa época também surgiu a primeira escola de engenharia, a École de Ponts et Chaussées, em 1747, em Paris.

Mas foi somente no século XIX e na Revolução Industrial, com a exploração massiva dos metais e ligas para utensílios e estruturas, que se corporificou e se definiu a Engenharia Mecânica (e, ao mesmo tempo, a Engenharia de Minas).

Com esse primeiro desmembramento da Engenharia Civil, o desenvolvimento das engenharias passou então a ser exponencial. No século XX, elas começaram a sofrer grande diversificação - da engenharia mecânica, por exemplo, surgiram, primeiro a engenharia química e, depois, a engenharia mecatrônica.

No Brasil, o berço da engenharia foi a Academia Real Militar, criada em 1810 por determinação de D. João VI.

Ainda no século XIX foram instaladas a Escola Politécnica do Rio de Janeiro (1874), a Escola de Minas de Ouro Preto (1876), a Escola Politécnica de São Paulo (1893), a Politécnica Mackenzie College (1896), a Escola de Engenharia do Recife (1896) e a Escola Politécnica da Bahia (1897). Nota-se, portanto, que prevalecia a formação do engenheiro politécnico.

Somente ao longo do século XX é que começaram a surgir as especializações. Primeiramente, além da engenharia civil, a mecânica, a elétrica, a cartográfica e a química.

Depois, outras tantas - a ponto de a engenharia brasileira terminar o século com cerca de trinta especialidades.

Fonte: http://www.mecanicaonline.com.br/2004/07_julho/engenharia/historia_da_engenharia.htm

Os seis tripulantes da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) foram obrigados a evacuar a estação e buscar abrigo em duas naves de resgate nesta terça-feira (28). O motivo foi o risco de uma grande quantidade de lixo espacial se chocar com a estação. 

UnB irá formar engenheiros para área espacial.

4 Julho 2011, 12:00 am

A Universidade de Brasília (UnB) será responsável pela formação do futuro corpo de engenheiros da empresa binacional Alcântara Cyclone Space(ACS), fruto da parceria Brasil-Ucrânia para o desenvolvimento de foguetes espaciais.

Dez alunos que terminarão a graduação em Engenharia Mecânica neste semestre serão selecionados para a especialização aeroespacial, voltada para as atividades da empresa.

"Vamos procurar alunos com perfil aeroespacial", diz o professor Carlos Alberto Gurgel, chefe do Departamento de Engenharia Mecânica da UnB.

 

Os alunos vão passar seis dos 18 meses do mestrado na Ucrânia. "É uma espécie de mestrado sanduíche e contou com o apoio do CNPq que julgou importante para a formação desses engenheiros", explica Gurgel.

O primeiro lançamento do Cyclone IV no Brasil está previsto para fevereiro de 2012, mas deverá ser prorrogado em quatro meses devido ao atraso do início das obras do centro de lançamento no Maranhão. "Queremos que esses engenheiros já estejam na ACS no dia do primeiro lançamento", afirma Santilli.

Lançador

Na UnB, os alunos cursarão disciplinas das Ciências Mecânicas e da Engenharia de Sistemas Eletrônicos e de Automação. Eles serão coorientados por cientistas ucranianos e, durante sua viagem, terão contato com três grandes instituições da área aeroespacial.

"Eles precisam se familiarizar com a atividade. Os alunos estarão em um centro de lançamento e vão conhecer o lançador que será utilizado no Brasil", explica Wagner Santilli, gerente de relações corporativas da ACS. Os alunos serão recebidos na universidade Dnipropetrovsk.

Gurgel conta que a relação entre a UnB e a Ucrânia contribuiu para que o comitê aeroespacial da ACS procurasse a universidade para gerir o curso. "Nós somos a única universidade brasileira que tem acordo com o país. Além disso, somos uma das melhores universidades na área", afirma. "A aprovação desse programa trará benefícios incalculáveis para a engenharia brasileira", comemora o Gurgel.

Glaucius Oliva, diretor de Engenharias, Ciências Exatas e Humanas e Sociais do CNPq, destaca a relevância do programa para o país. "A área aeroespacial é estratégica para o Brasil, e há grande carência de especialistas necessários ao crescimento das atividades comerciais esperadas para o futuro. O CNPq não podia deixar de investir na formação de jovens engenheiros na área", afirma.

"UnB Espacial"

A atuação da UnB na área aeroespacial está apenas começando. A ideia é montar um Centro Aeroespacial em Brasília para abrigar cerca de 100 cientistas, no campus da UnB Gama.

"Pensamos no Gama para contribuir com a expansão da UnB. Lá temos excelentes professores que trabalham com robótica, propulsão elétrica e estruturas aeroespaciais, são habilidades importantes para nós", conta o professor José Leonardo Ferreira, membro da Comissão Aeroespacial da UnB.

O objetivo do centro é focar em nichos que ainda não são explorados no Brasil. "A propulsão híbrida, propulsão elétrica e desenvolvimento de motores de mísseis são exemplos. Se trabalharmos com o que já estão estudando será um desperdício de dinheiro e tempo", explica Gurgel. A ideia de montar um centro em Brasília surgiu com presença de duas entidades da área com sede na cidade, a ACS e a Agência Espacial Brasileira (AEB).

O professor José Leonardo conta que as instituições já haviam procurado a UnB para fazer gestão de recursos humanos para o programa espacial brasileiro. "Muita gente da área está se aposentando. É preciso renovar o quadro para que o Brasil se torne independente", explica. A explosão de um foguete brasileiro em agosto de 2003 também contribuiu para o baixo contingente. No acidente 21 técnicos civis morreram.

 

fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=unb-engenharia-espacial

Guia de estudos para o vestibular

4 Julho 2011, 12:00 am

Está difícil organizar a vida de vestibulando sozinho? Oriente-se com este guia:

Passo 1: 
A rotina de estudos começa na segunda-feira e termina no sábado. Se você tiver cumprido todos os seus objetivos da semana, domingo é livre. 

Passo 2: 
Não deixe o conteúdo acumular. Faça as tarefas das aulas no mesmo dia e leve as dúvidas para o professor ou o plantonista no dia seguinte. 

Passo 3: 
Estude, ao menos, 5 horas por dia. Se você estuda sozinha, divida o tempo em exatas (3 horas e meia por dia) e humanas (1 hora e meia por dia). 

Passo 4: 
Some uma hora extra de tarefas-desafio. Podem ser as do cursinho ou as de provas passadas. Separe uma disciplina-desafio por dia. 

Passo 5: 
No sábado, substitua a série-desafio por uma redação (se você não faz cursinho, pegue temas de provas antigas e peça para alguém analisar). 

Passo 6: 
Assista ao telejornal da noite, que traz um resumo das principais notícias do dia. Elas podem virar questões de geografia e temas de redação.