Engenharia de Software

16 Setembro 2015, 2:22 pm
Publicado em Cursos

O curso de Bacharelado em Engenharia de Software aborda a teoria e a prática em metodologias e técnicas da computação no processo de desenvolvimento de sistemas de software. Ao final do curso de Bacharelado em Engenharia de Software, espera-se dos alunos:

Engenharia de Redes de Comunicação

17 Agosto 2015, 1:15 pm
Publicado em Cursos

O Curso

O curso tem o objetivo de oferecer uma formação reunindo uma base de engenharia elétrica, associada a conhecimentos de tecnologias da informação e de redes de comunicação multimídia - voz, dados e imagem, de modo a preparar profissionais com conhecimento de mercado, para atender a novas necessidades da sociedade da informação, no que se refere ao conteúdo, às aplicações e às tecnologias das redes de alta velocidade e redes multimídia como a Internet.

O profissional de Engenharia de Redes de Comunicação tem assim a formação necessária para desenvolver as tecnologias básicas, realizar projetos, desenvolver softwares, implantar, operar e gerenciar redes de telefonia, televisão e comunicações de dados, bem como produzir conteúdo e construir aplicações multimídia integrando assim todos os serviços de redes.

Perfil Profissional

O profissional de Engenharia de Redes de Comunicação exerce atividades de engenheiro projetista de redes, engenheiro integrador de sistemas de comunicação, engenheiro de desenvolvimento de sistemas distribuídos, engenheiro de instalação e operação de redes, gerente de redes, administrador de áreas e departamentos de teleinformática, planejador de arquiteturas corporativas de tecnologia da informação, assessor técnico, engenheiro técnico-comercial, consultor independente, empresário provedor de serviços de redes, administrador de ambientes de tecnologia da informação e de produção de conteúdo, gestor da segurança da informação, professor e pesquisador.

Mercado de Trabalho


O Engenheiro de Redes é formado para atuar em todos os ambientes de aplicação das redes de comunicação, seja para operar tais redes, seja para permitir uma utilização efetiva e produtiva, seja para possibilitar novos desenvolvimentos e aplicações. Em todo o mundo, e com mais razão no Brasil, onde a utilização de serviços de redes não cessa de aumentar, as potenciais aplicações de redes de comunicação abrangem a maior parte das atividades sociais e todos os setores econômicos, permitindo ao engenheiro de redes atender à demanda de um vasto mercado de trabalho composto de concessionárias de telecomunicações, provedores de serviços de redes, empresas usuárias de serviços de redes, bancos e instituições financeiras, empresas de processamento de dados, empresas de consultoria, órgãos públicos, universidades e instituições de pesquisa, indústrias de telecomunicações, fornecedores de equipamento de redes e integradores, além de instituições de ensino e pesquisa.

Matérias

- Cálculo
- Introdução à Álgebra Linear
- Física
- Física Experimental
- Fundamentos de Redes
- Probabilidade e Estatística
- Computação para Engenharia
- Equações Diferenciais
- Sistemas Digitais
- Sistemas de Programação
- Métodos Matemáticos da Física
- Circuitos Elétricos
- Eletromagnetismo Geral
- Sistemas Digitais

 

Engenharia Elétrica

16 Agosto 2015, 4:31 pm
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Engenharia Elétrica é o ramo da engenharia que geralmente trabalha com os estudos e aplicações da eletricidade, eletromagnetismo e eletrônica. Este setor surgiu em meados do século XVI quando da comercialização, da distribuição e utilização da energia elétrica.

História

A eletricidade ficou sujeita ao interesse científico desde o final do século XVII. O primeiro engenheiro eletricista foi provavelmente William Gilbert, inventor do Versório: uma máquina que detectava a presença de objetos com cargas estáticas. Ele também foi o primeiro a desenhar uma explícita distinção entre o magnetismo e a eletricidade estática e é de seu mérito a estabilização do termo eletricidade.[5] Em 1775, Alessandro Volta concebeu em experiências científicas o eletróforo, uma máquina que produz uma carga elétrica estática, e em 1800, Volta desenvolveu a pilha voltaica, um precursor da bateria elétrica.

Perfil Profissional

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Mercado de Trabalho para quem faz Engenharia Elétrica

O mercado de trabalho para engenheiros elétricos está aquecido. Grandes obras de infraestrutura, a expansão da área de telecomunicações e investimentos em energia renovável têm contribuído para a crescente demanda por profissionais na área de Engenharia Elétrica.

Algumas das empresas que mais contratam este profissional são:

  • Usinas
  • Subestações
  • Linhas de Transmissão
  • Empresas de Telecomunicações
  • Construtoras
  • Indústrias que fabricam sistemas elétricos e de automação

Um engenheiro elétrico pode trabalhar em órgãos públicos (como secretarias, ministérios e instituições municipais, estaduais e federais) e também na iniciativa privada.

 

Onde Estudar Engenharia Elétrica

Confira algumas das principais faculdades reconhecidas pelo MEC que oferecem o curso de Engenharia Elétrica:

Universidades Privadas:
Universidades Públicas:

 

Regulamentação da profissão no Brasil

No Brasil é considerado engenheiro eletricista quem for formado em engenharia elétrica, porém para poder exercer a profissão é necessário registro no sistema do CREA(Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) do estado onde atua.

No artigo 55 da lei nº 5.194 de 1966, é definido como infração o engenheiro que exerça atividade profissional sem registro no CREA do estado em que atua, com penalidade prevista na alínea “b” do artigo 73 da mesma lei.

Dia do Engenheiro Eletricista no Brasil

Comemora-se no Brasil em 23 de novembro o Dia do Engenheiro Eletricista, data em que, no ano de 1913, foi fundado o Instituto Eletrotécnico de Itajubá. Várias outras boas escolas de engenharia elétrica foram criadas posteriormente, a maioria das vezes utilizando-se do conhecimento, do exemplo e até dos recursos humanos formados na Escola de Itajubá. Decretado pela Lei Nº 12.074, de 29 de Outubro de 2009. 

Piso Salarial

A lei n.º 4950-A/66 fixa o piso salarial do profissional de engenharia, estabelecendo valor do menor salário devido ao profissional. 

Ao longo dos anos muito se discutiu se a legislação foi criada para estabelecer piso salarial ou jornada de trabalho. No entanto, a polêmica foi pacificada com a publicação da Súmula 370 do Colendo Superior do Trabalho, cujo entendimento é que a lei nº 4.950-A/66 foi criada para fixar o piso salarial e não jornada de trabalho.

Logo, o salário mínimo profissional equivale a 8,5 salários mínimos para uma jornada de trabalho de 8 horas.

 

Referências: Guia de Carreira, Wikipedia

Engenharia Eletrônica

16 Agosto 2015, 4:12 pm
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A engenharia eletrônica é uma área de Engenharia que lida com grandezas elétricas de pequena amplitude e de elevadas frequências, os chamados sinais elétricos ou eletrônicos. A engenharia eletrônica cuida da energia elétrica sob os micro-aspectos de controle, automação e telecomunicação. O estudo da engenharia eletrônica fornece meios para o desenvolvimento de componentes, dispositivos, sistemas e equipamentos como: transistores, circuitos integrados e placas de circuito impresso. Nos Estados Unidos, assim como no Brasil, os cursos de engenharia eletrônica são tradicionalmente dados como conteúdo da engenharia elétrica, tal como definido pelo MEC e CREA no Brasil

História

A engenharia eletrônica a partir do desenvolvimento tecnológico nas indústrias do telégrafo, no final do século 19; e do rádio e telefone no início do século 20. A maior parte do desenvolvimento dessa disciplina ocorreu durante o período da segunda guerra mundial, com o advento do radar, dosonar, dos sistemas de comunicação e de outros sistemas com fins de aplicação bélica. Durante os anos que precederam a segunda guerra o assunto era conhecido como "engenharia de rádio" e apenas no final dos anos 50 o termo engenharia eletrônica começou a surgir. Em 1948 surgiu o transistor e em 1960 o circuito integrado (CI) viria a revolucionar a indústria eletrônica. 

Historicamente considerada mera subdivisão da engenharia elétrica, especialmente durante a "era da válvula", ganhou autonomia plena com o advento da "era do semicondutor", rapidamente sucedida pela era da miniaturização em larga escala.

Perfil Profissional

O profissional em Engenharia Eletrônica deve ser proficiente em várias áreas do conhecimento, como a Matemática, a Física, a Estatística e os tópicos específicos da Eletrônica. Deve também ter conhecimentos básicos acerca de outras engenharias, como a Engenharia Civil e a Engenharia Mecânica.

O Engenheiro Eletrônico deve ter um bom conhecimento dos diversos materiais elétricos e magnéticos usados na área, como a programação de microcomputadores. A eletrônica e os microprocessadores estão causando uma revolução na eletrônica embarcada, tornando os aparelhos usados no dia a dia cada vez mais inteligentes. Boa parte do trabalho que permite esse avanço é realizado pelo Engenheiro Eletrônico.

Mercado de Trabalho

O engenheiro eletrônico tem espaço em qualquer setor que necessite de especialistas em processamento de sinais e informação e no desenvolvimento de equipamentos eletroeletrônicos. Na indústria, os segmentos automobilístico, eletroeletrônico, alimentício, agrícola, têxtil e de eletrodomésticos oferecem boas oportunidades. Em telecomunicação, ele pode trabalhar na conversão das tecnologias de TV digital e internet para os padrões brasileiros. Por fim, existem vagas no setor de mineração, para quem se especializa em automação da extração de minérios e petróleo. As principais oportunidades se concentram nas regiões mais industrializadas, Sul e Sudeste.

 

Área de Atuação

  • Projeto de circuitos eletrônicos;
  • Documentação de circuitos eletrônicos;
  • Teste em circuitos eletrônicos;
  • Adaptação de circuitos eletrônicos à montagem de sistemas;
  • Manutenção de circuitos eletrônicos;
  • Venda de sistemas eletrônicos de alta complexidade;
  • Administração de empresas;
  • Ensino

Referências: UnB Gama, Guia do Estudante, Wikipedia

Os cursos de Engenharia estão entre os mais procurados pelos universitários, acumulando mais de 1 milhão de alunos matriculados, segundo o último censo do ensino superior. Nas habilitações, Engenharia Civil lidera com cerca de 18% das matrículas, seguido por Engenharia de Produção (10%) e Engenharia Mecânica (9%).

Para se destacar num mercado tão concorrido, um dos pontos mais importantes é estudar em uma instituição de qualidade. Para isso entenda quais fatores são importantes verificar na hora escolher um curso de Engenharia de qualidade.

"Para quem busca vantagens na hora de conquistar um emprego ou obter oportunidades de desenvolvimento no universo corporativo, a decisão pelo curso e por qual instituição de ensino optar deve levar em conta aspectos como credibilidade da marca, perfil do corpo docente, programa de ensino, investimento financeiro e tempo a ser dedicado aos estudos", diz Renato Soares de Aguilar, Coordenador e Professor dos cursos de Engenharia do Ibmec/MG.

O vestibulando deve basear sua escolha levando em conta o reconhecimento da faculdade no mercado, a infraestrutura oferecida e até mesmo avaliações do Ministério da Educação (MEC). Neste último caso, o MEC divulga anualmente o Índice Geral das Faculdades, que têm a nota de 1 a 5, que considera os Conceitos Preliminares de Curso (rendimento dos alunos no ENADE, infraestrutura e qualidade do corpo docente) e os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoa de Nível Superior (Capes). As Faculdades avaliadas com níveis entre 4 e 5 fazem parte do grupo de excelência. O nível 3 é considerado regular e 1 e 2 são conceitos insuficientes.

O Ministério da Educação considera que os cursos avaliados no conceito 3 configuram a média nacional. Porém, um curso com conceito 1 ou 2 não necessariamente significa baixa qualidade ou rendimento ruim. "Teoricamente o que se pode dizer, por exemplo, é que um curso 3 agrega mais valor do que um curso 2", explica a assessoria de imprensa do Inep.

É importante salientar que a nota do ENADE não mede se um curso é bom ou não, apenas avalia se um é melhor ou pior que  o outro.

"O Enade não mede as fragilidades e as diferenças que os alunos carregam na própria formação. A diferença de desempenho que se expressa nos cursos não pode ser explicada só pelo Enade, elas carregam diferenças pré-existentes na formação" diz Luiz Henrique Amaral,pró-reitor de graduação da Universidade Cruzeiro do Sul.

O Inep explica que o Enade é um "conceito relativo" e afirma que a metodologia usada na avaliação não permite, por exemplo, que o Brasil um dia tenha 0% de seus cursos com Enade 1 ou 2."Sempre teremos cursos com conceitos 1, 2, 3, 4 e 5", afirma o órgão, por meio de sua assessoria de imprensa.

"Se pegar todas as edições do Enade, é sempre o mesmo resultado. O que muda é a ordem: alguém virou 2 e alguém virou 1", diz Paula. Especialista em avaliação do ensino superior e avaliador do MEC, o professor Luiz HenriqueAmaral, pró-reitor de graduação da Universidade.

O coordenador Renato dos cursos de Engenharias do Ibmec ainda aconselha "Procure também conversar com professores, alunos e se possível assistir a uma aula nas faculdades que você visitar. Ter professores que são mestres ou doutores, mas também estão no mercado faz grande diferença".

 

Fonte: Seja Bixo e Portal G1